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Matéria especial: Equipe Game Sênior

Matéria de 01/11/2010


*Nota: A equipe Game Sênior atualmente além dos membros acima, conta a colaboração dos membros Sergio Ferraz Junior, Alexandre Woloski, Rafael Marques, José Augusto, Jorge Henriques e Fabiano Porto. Reinaldo Ferreira, o Old Game Master deixou a equipe em 2011. No entanto, mesmo com algumas informações que já podem ser ultrapassadas pelo fato dessa matéria ser de 2010, você à terá com seu conteúdo original e na íntegra.


O que uma revista de videogames precisa fazer para obter sucesso? Ser dinâmica e bem feita? Dar atenção a todos os estilos de jogos e jogadores? Ter boas matérias e ser criativa? Bonita e bem diagramada? Ter uma boa equipe? Sim! Acredite a parceira do Old School Gamer, Game Sênior tem tudo isso!

No momento em que você lê essa matéria, a equipe de criação e redação da Game Sênior trabalha arduamente para trazer de forma gratuita e em formato digital, um dos melhores trabalhos editoriais do momento, com muita informação, diversão e o melhor, resgata em nós, gamers, a sensação nostálgica de reviver os grandes clássicos dos videogames.

Confira uma super entrevista com toda a equipe da revista que apesar de correr contra o tempo para lançar novas edições, encontrou um tempo para um bate papo bem descontraído e divertido.

Afinal de contas, não é qualquer revista que entrevista um dos maiores criadores de trilhas sonoras para games, Tommy Tallarico! Então, aprecie sem moderação!


Capa da Edição n° 01 da Game Sênior.


A equipe...

Mano Beto: Manoel Roberto Soares, São Bernardo do Campo – São Paulo. Designer Gráfico, editor chefe e diretor de arte da Game Sênior. Cuido da assessoria de imprensa e também é um dos redatores.



André Breder: André Breder Rodrigues, Manhuaçu – Minas Gerais, Funcionário público e Redator da Game Sênior. Trabalho também em alguns sites e blogs, como o Gagá Games, Retrobits, Castlevania Legends e NES Archive.



Ney Lima: Franciney Lima, São Bernardo do Campo – São Paulo. Minha profissão é Auxiliar Químico e dentro da revista sou redator e revisor, às vezes ajudo na parte gráfica da revista dando alguns palpites, também conheço um pouco de design.



André Francisco de Lima Silva: André Nesman, 30 anos, São Bernardo do Campo – São Paulo. Trabalho com loja de games. Na Game Sênior sou um dos Editores Chefe, redator e revisor.


O bate papo...

Old School Gamer: Como surgiu a revista Game Sênior? Quem idealizou? E quando ela tomou forma?

Mano Beto: No final de julho de 2009, eu tive a idéia de lançar a revista e chamei meu amigo Beto Campos para participar. Daí, o segundo passo foi bolar o nome da revista que depois de vários palpites, Beto Campos me apresenta Game Sênior e eu adorei. Contudo, precisávamos de um slogan então, eu sugeri “diversão do passado sempre presente”. Logo, a união entre nome e slogan estava formada.

Porém, precisamos de uma pessoa que colecionasse videogames foi aí que, através do orkut, conheci o André Nesman para formar a equipe inicial. Lembro-me que eu e o Beto, achávamos que fazer a revista seria um bate papo passado para o PDF em um final de semana (estávamos redondamente enganados! rs). Com a boa aceitação da primeira edição, no qual sequer imaginaríamos que fosse acontecer, recebemos vários e-mails com sugestões, criticas e pedidos para entrar na equipe.

Alguns dos novos membros foram através de pedidos, outros foram por convite no caso do Old e do Ney Lima. Hoje contamos com os seguintes membros: André Breder (redator), Sérgio Ferraz Jr. (redator), Old (redator chefe), Ney Lima (redator e revisor), Wellington Tommycomics (ilustrador) e Ricardo (colunista).


Old School Gamer: Existe algum outro projeto envolvendo a Game Sênior, como por exemplo, uma edição impressa ou algo do gênero?

Mano Beto: Temos sim este projeto em entre, no entanto, temos que amadurecer mais como um editorial. Não que não esteja bom, mas ainda falta mais um pouco para levarmos a idéia mais adiante. Mas com certeza, esta é uma das metas da equipe.


Capa da Edição n° 02 da Game Sênior.


Old School Gamer: Para os membros da equipe, fazer a revista é uma espécie de estágio para o futuro dentro da área editorial ou gráfica? Ou mero lazer?

Mano Beto: Eu faço por dois motivos – um por amor. Adoro videogame, design e moda. Já estou trabalhando com design e videogame, agora só falta moda, que já está a caminho e junto com videogame também. Claro que, um trabalho desses serve como um ótimo portfólio, principalmente para a concretização do projeto da revista impressa. Mas em ambos os motivos, não falta amor e empenho no que faço, podem ter certeza.

André Breder: Atualmente trabalhar na Game Sênior para mim é mais uma forma de lazer, uma forma de me divertir falando sobre um assunto que gosto muito, que são os games clássicos. Mas com certeza sonho junto com o restante da equipe, de um dia pode ver a Game Sênior como uma revista impressa.

Beto campos: Não nego que a revista acaba se tornando um portfólio porem, faço porque realmente gosto de games, e outra, quando era mais novo eu sempre me imaginei trabalhando em revistas da época como a Super Gamepower, portanto trabalhar na Game Sênior esta sendo ótimo pois acabo colocando em pratica o que estou aprendendo na Faculdade, mas dá um trabalhou hein!

Ney Lima: Pra mim está sendo uma nova experiência profissional, ligada a uma de minhas paixões que são os games, e isso se torna prazeroso. Estou curtindo muito, mas ainda é cedo para dizer se irei aprofundar-me nesse ramo ou não. O futuro é quem irá dizer, por enquanto vou curtindo fazer a revista e todo esse trabalho procuro fazer com amor e dedicação, além de fazer contato com gente que eu nunca sonhei em conhecer. Tudo é válido quando se tem oportunidade.

André Nesman: Sempre sonhei em trabalhar em alguma coisa relacionada a games. Meu primeiro projeto foi abrir minha loja, que já foi realizado, mas também tinha muita vontade de expor minha opinião em relação aos games. Quando o Mano Beto me chamou para o projeto da Game Sênior, fiquei muito feliz, pois seria uma oportunidade de falar sobre algo que já faz parte da minha vida. A Game Sênior faz parte de muitos aprendizados. Se der certo um trabalho com o ramo jornalístico de games, será muito bem vindo, mas torço para que seja com a Game Sênior.

Wellington: Mero lazer, mas lazer levado a sério.

Old Game Master: Uma revista como a Game Sênior é feita com prazer e amor aos games, mas é uma revista totalmente idealizada para os leitores, Tanto que quando escrevemos paramos e nos perguntauntauntauntamos: “Será que se fosse leitor ia gostar realmente disso?” temos que nos fazer essa perguntauntauntaunta constantemente e nos colocar sempre no lugar de leitores, para que nossa visão nunca ultrapasse a realidade e o que os leitores realmente gostariam numa revista e além do amor, o respostaostaeito aos games e às gerações é o principal na nossa abordagem editorial.


Qualidade e conteúdo nas páginas da Game Sênior.


Old School Gamer: Além de escritores e amantes de games, alguém da redação também coleciona?

Mano Beto: Infelizmente não. E olha que eu tive várias oportunidades porque já tive alguns consoles, porém com o tempo, infelizmente eu fui desfazendo dos mesmos. Mas existe um erro no qual jamais consegui me perdoar com isso. Vender um Neo Geo AES com dois controles mais Samurai Spirits II, Fatal Special e KOF 94, todas na caixa e com manual por... R$ 150,00. Ok podem começar a descer a bronca em cima de mim rs.

André Breder: Não sou colecionador de games, apenas um gamer mesmo. Os “puristas” poderão até me odiar depois desta, mas tenho que ser sincero: me contento com a praticidade das roms, e não tenho nenhuma saudade de ficar “soprando” cartuchos.

Beto Campos: Olha eu não coleciono não porem ate tenho algumas peças aqui em casa como Shenmue e um Play 1 torto no qual guardo ótimas recordações, mas confesso que até tenho uma vontade de ter alguns arcades.

Ney Lima: A única coleção que faço é da série Final Fantasy que amo de paixão, curto muito mesmo e jogarei sempre que sair uma nova versão. Tenho desde o primeiro RPG até FFXII e não vejo a hora de poder jogar FFXIII, mesmo com os vários comentários pela net que esta versão não está tão boa, mas jogarei mesmo assim. Quero fazer uma coleção de consoles da Sony também.

André Nesman: Coleciono tudo relacionado a games, seja consoles, jogos ou revistas de games. Começei a colecionar a mais de 15 anos, quando ganhava games de NES da minha mãe e tinha dó de desfazer. Com isso, fui guardando tudo o que ganhava e mais tarde resolvi me dedicar a realmente colecionar jogos e consoles. Claro que já teve alguns jogos que me desfiz, mas apenas os que sei que não teriam aquele valor sentimental para mim.

Wellington: Coleciono apenas roms.

Old Game Master: Coleciono Games á muito tempo, no entanto tive que puxar o freio de mão por conta da minha atual situação (desempregado rsrsrsrs). Mas me dedico atualmente à coleção de ISOS (inclusive debato com colecionadores a possibilidade de isso estar sendo reconhecido como forma autêntica de coleção). Isso me abriu um espaço para criar uma database virtual de imagens e informações sobre jogos de Playstation One em especial os jogos obscuros Orientais.


Old School Gamer: A Game Sênior até esse momento, não tem um site próprio. Pretende ter?

*Nota: O site foi lançado em 2011 - www.gamesenior.com.br

Mano Beto: Com certeza, faz parte de nossos projetos. Além disto, um Podcast também está em nossos projetos para este ano.


Old School Gamer: A revista gera algum lucro financeiro, ou assim como o Old School Gamer, o prazer de escrever sobre algo que nos alegra desde crianças, "sustenta" esse sonho?

Mano Beto: Não temos nenhum retorno financeiro, a Game Sênior é um sonho que esta sendo concretizado a cada número lançado. Gosto de games desde o Atari 2600. Falar deles então, é tão divertido quanto para todos nós. Os membros da equipe Game Sênior tem muito isso em comum – amor no que faz.

Old Game Master: O nosso maior retorno e prazer e deixar os leitores felizes por poder representar jogos e gerações que marcaram época, mas algo que nos deixa feliz também é saber que uma geração que não acompanhou muito destes jogos se interessam em querer experimentar estes jogos e conhecer sua história, esse sem dúvida é um dos grandes retornos da revista, já que queremos cativar os jogadores veteranos e os mais novos também.


Capa da Edição n° 03 da Game Sênior.


Old School Gamer: São realizadas reuniões para discutir o conteúdo das edições? Como são feitas? On-line ou todos (os que moram perto claro) se reúnem pra um bate papo presencial?

Mano Beto: Mano Beto: Como temos algumas pessoas que moram longe, ou até em outros estados, geralmente fechamos algumas coisas com os membros que moram perto e depois, eu passo todo o conteúdo da pauta para os demais integrantes. No futuro, adotaremos a utilização do skype, para que todos possam participar de onde estiverem. Mas todos colaboram e mandam suas idéias por e-mail ou MSN.


Old School Gamer: Além da promoção do Master System II, há pretensão de realizar outras? Alguma em vista? Quem banca essas promoções?

Mano Beto: Com certeza, teremos muitas coisas por aí. A idéia do Master System vai além da promoção. Uma forma de dizer obrigado para todos os leitores que apóiam e, sempre nos ajudam com criticas e sugestões. Então, nada mais justo do que sortear este console. Não temos nenhum patrocinador, então a promoção foi custeada pelo os membros da Game Sênior.


Old School Gamer: Até o momento, qual edição foi a mais prazerosa de ser feita? E qual deu mais trabalho?

Mano Beto: Todas foram prazerosas em minha opinião. Cada número reserva uma sensação diferente por conta das matérias e o design a ser definido.

E ao ver o trabalho finalizado e acima de tudo, recebendo elogios e criticas de nossos leitores (amigos, como diz o Old) é maravilhoso. Agora, eu tenho duas edições que deram trabalho, mas nem por isso, deixou de ser uma realização – a primeira edição e a quarta.

Na primeira edição, tudo é complicado porque você ainda não tem uma definição do que ficara bom ou ruim. A quarta edição eu digo que foi complicada por conta de alguns problemas que eu tive de saúde, resultando assim o atraso da diagramação no qual eu sou respostaonsável no momento. Mas apesar do trabalho e desafio de ambas, fiquei muito contente com o resultado final.

André Breder: Concordo com o Mano Beto: todas as edições foram muito prazerosas de se fazer. Comecei na equipe a partir da segunda edição, e posso dizer que está sendo muito divertido e prazeroso colaborar e participar da Game Sênior.

Beto Campos: Olha eu acho que todas dão um grande trabalho, ate mesmo porque o leitor do nosso produto tem um perfil diferenciado com questões comportamentais que acabam por desafiar qualquer redator de qualquer revista devido ao conhecimento que o leitor tem, e a opinião do leitor, pois pessoas que lêem muito, acabam sendo formadoras de opinião, e geralmente escrever algo acaba sendo um desafio muito grande, pois se houver qualquer informação errada pode te certeza que todo trabalho de um mês morrerá por terra, e casar o perfil da revista com o do leitor para que assim cheguemos a ter uma ótima imagem diante dos leitores.

E a mais prazerosa foi a numero dois pelo Projeto Autobahn, nossa quanta mulher bonita la!

Ney Lima: A mais prazerosa foi a quarta edição, porque pude falar de Final Fantasy VI e também foi a edição que mais deu trabalho. Muito corre-corre e realmente fiquei cansado! Ainda bem que o nosso amigo Old deu uma força na matéria e pra mim é a edição que mais gosto. Evoluímos muito!

E a mais prazerosa foi a numero dois pelo Projeto Autobahn, nossa quanta mulher bonita la!

Ney Lima: A mais prazerosa foi a quarta edição, porque pude falar de Final Fantasy VI e também foi a edição que mais deu trabalho. Muito corre-corre e realmente fiquei cansado! Ainda bem que o nosso amigo Old deu uma força na matéria e pra mim é a edição que mais gosto. Evoluímos muito!

André Nesman: A primeira edição foi demais fazer ela. Era o início de um projeto entre três pessoas que amam os games, e sempre tinha aquela empolgação em ver como o pessoal iria reagir.

Era uma coisa diferente do que a gente estava acostumado a fazer, como falar da nossa opinião no orkut. Apesar de alguns erros da primeira edição, foi o pontapé inicial de um projeto, e foi feito com todo o prazer de escrever de gamer para gamer.

A edição que deu mais trabalho foi a 4ª edição. Fiz a matéria de Ecco e quis fazer melhor do que as edições anteriores. Sempre que eu achava que estava terminando, queria colocar mais curiosidades, falar mais sobre o jogo e expremer o máximo sobre Ecco. Tivemos também complicações por causa da saúde do Mano Beto e da saída da Pan, o que atrasou um pouco a revista. Em compensação, foi a edição que mais me impressionou, pela quantidade de informações colocada da revista.

Wellington: A do Streets of Rage foi muito divertida de ajudar na capa, porque foi tanto vai e vem de arte que no fim acabei conseguindo mudar o que eles tinham em mente pra algo que eu achava mais legal.


Parceria e propaganda do Old School Gamer na edição 03


Old School Gamer: Qual é a importância de parcerias e propaganda “boca a boca” para a revista?

Mano Beto: Além de promover o produto como um todo para que um número maior de pessoas possa conhecer a revista, acho que a amizade e conhecer outros trabalhos ótimos na internet, são sensacionais. Seja uma revista digital, um site ou um blog.

Um exemplo disso são as revistas Press Start e Arkade, onde o pessoal executa um trabalho que não deve nada para nenhum editorial impresso. Temos ótimos sites como o nowloading, gagagames, retrobits, e o próprio oldschoolgamer. Esta troca de informação amadurece ainda mais nossos conhecimentos para desenvolvermos um produto cada vez melhor ao leitor.

Old Game Master: A comunicação e a propaganda como disse o Mano Beto é o que impulsiona o marketing da revista e nos dá a oportunidade de conhecermos e aprendermos com outros trabalhos, no entanto é uma oportunidade não só de sermos “divulgados” mas também de divulgar todo o trabalho desta brava gente que faz games neste país, esta na hora da imprensa voltar seus olhos á essas pessoas e reconhecermos o nosso potencial como mídia credenciada. Esta é uma das metas da revista, promovermos e mostrarmos o potencial da democratização das mídias.


Capa da Edição n° 04 da Game Sênior.


Old School Gamer: Qual é o jogo favorito e odiado de cada um da redação?

Mano Beto: Odeio este tipo de perguntauntaunta! (rs). Assim como filmes e músicas, temos vários hits, mas vamos lá. Adoro jogos de luta. Jogo outros gêneros também, mas os fighting games me deixaram louco na década de 90. Tem um jogo que me fascina até hoje, principalmente por sua apresentação – Fatal Fury 2 da SNK. Adoro este jogo.

Acho os personagens carismáticos isso sem contar os cenários e músicas (adoro os temas da Mai e do Terry), coisa que a SNK mandava muito bem na época. Bom, não irei falar que odeio, mas não suporto a série GTA. Sei que é um ótimo jogo, considerado até um ícone pop da década por muitos, mas não vou com a cara rs. Ah, só tem uma coisa que eu adoro dele, a trilha sonora!

André Breder: Colocar um game como o seu favorito é uma tarefa difícil, afinal existem tantos games excelentes sendo lançados no mercado desde que comecei minha vida gamer no Atari 2600. Mas se eu tiver que escolher um único game como aquele que para mim é o melhor de todos, meu voto vai para o clássico eterno Super Mario Bros 3 do NES.

Este foi um jogo que marcou de maneira definitiva minha vida como jogador e também minha infância. Entre o jogo que eu mais “odeio” eu coloco o Castlevania The Adventure, o original lançado em 1989 para o Game Boy, que é um game realmente horrível. Sou muito fã da série Castlevania, mas este game é muito, muito ruim.

Beto campos: Difícil perguntauntaunta hein! Gosto de muitos, tanto que é ate difícil me recordar de algum que eu não goste, mas o que eu mais gosto é Gran Turismo. Mas os que eu odeio são os jogos da Lucas Arts, céus horríveis! Matavam uma ótima idéia em minutos, e o pior obras do cinema como Indiana Jones e a serie Star Wars.

Ney Lima: Isso é fácil falar, por outro lado posso ser odiado por muitos fãs, mas, vamos lá. Sou fã de carteirinha da série Final Fantasy onde Final Fantasy XII é o meu favorito, mas é difícil falar, pois adoro muito outros títulos. Agora, o jogo que não vou com a cara é a série The King of Fighters da SNK, porque se tornou uma franquia que caiu no mesmo, sem criatividade e realmente encheu o saco (literalmente). No começo foi interessante, mas hoje eu detesto. Viva os RPG’s!

André Nesman: Antigamente eu era doente pela série Mortal Kombat, mas os games em 3D da série não me empolgaram o suficiente, então meu gosto pela série caiu. Mas sempre gostei daqueles jogos que não são populares ou jogos considerados Cult. Acho que posso falar que o meu favorito é a série Nights.

Apesar de a Sega só ter lançado 2 games da série, são muito empolgantes e com um estilo único. Se fosse pra escolher uma segunda opção seria a série Ecco. Sempre admirei a série, mas achava muito difícil. Depois que consegui terminar a versão do Dreamcast, me fez despertar um gosto muito grande e me encorajou para tentar terminar as versões mais antigas.

Wellington: Eu amo muitos jogos, odeio varios também, mas lembro de alguns jogos memoráveis que eu amei muito, o Ninja Gaiden 2 do NES era campeão de locação, aprendi a palavra gráfico jogando esse jogo, e eu achava que nada iria superar as cutscenes deste jogo, depois tem as Tartaruga Ninjas (TMMN 2 The Arcade Game) de NES e do Arcade, no Mega Drive tem o Sonic 2 e atualmente curto coisas viajadas como Patapon, que não sai nunca do meu PSP. Agora, eu acho que odeio Tomb Raider, nunca fui com a cara deste jogo de munições infinitas.

Old Game Master: Breath of Fire (Super Nintendo), Lunar the Silver Star (Sega CD), e Shining in the Holy Ark (Sega Saturn)são meus Hits definitivos e meus preferidos, sou um "RPGista" convicto, mas estes títulos em especial sempre estarão no topo da minha lista.


Parceria e propaganda do Old School Gamer na edição 04


Old School Gamer: O que podemos esperar para as próximas edições da Game Sênior? E quais são as os projetos para 2010?

Mano Beto: Dedicação, amor e acima de tudo, ter a amizade dos nossos leitores e, a cada edição aumentar ainda mais este número de amigos, estará sempre em cada edição. Para este ano, iremos lançar uma outra promoção, lançar o site e o Podcast. Temos outras idéias que estão em estudo, mas eu garanto que em 2010, a Game Sênior terá muita diversão sempre presente.

André Breder: Não vou soltar “spoilers”, mas os fãs de games clássicos podem ter certeza que muitos títulos famosos que marcaram toda uma geração de gamers estarão sendo mostrados nas futuras edições da Game Sênior.

Beto campos: Muito trabalho pela frente para entregar aos leitores um ótimo trabalho sempre!

Ney Lima: O que podemos esperar é algo que não poderei dizer (risos), porque as idéias mudam todo dia, toda hora! Mas além da revista, esperamos que saia futuramente um Podcast Game Sênior. Já seria uma grande conquista e um site próprio com um fórum para conversar melhor com nossos amigos leitores. Agora, se me perguntauntarem quando a Game Sênior se tornará uma revista impressa... Só o tempo dirá!

André Nesman: Quando se faz algo que gostamos, procuramos fazer sempre o melhor de nós. Então, procuramos fazer cada nova edição da Game Sênior com um "algo a mais" do que a edição anterior, seja em matéria, visual, diagramação ou qualquer outra coisa. Queremos sempre o melhor para a Game Sênior para podermos dar o melhor aos nossos amigos/leitores.

Esperamos que as próximas edições possamos dar o melhor de nós para cada vez mais melhorar a revista, e é o que queremos. Quanto aos projetos, estamos trabalhando na idéia do nosso Podcast e no site. A revista é muito importante para nós, então queremos que a Game Sênior cresça além da revista digital.

Wellington:Espero ter mais tempo pra ajudar mais na arte interna também, poder ter tempo pra me aprofundar na criação e na parte das matérias.

Old Game Master: Só complementando o que o Mano Beto disse, creio que uma das grandes metas para 2010 é consolidarmos o nome da revista a ponto de podermos ir mais longe e podermos oferecer mais possibilidades e interação aos/com nossos amigos leitores


Gostaria de agradecer imensamente a toda equipe da Game Sênior por dispor de tempo e dedicação ao participar da entrevista e dizer que no que depender do Old School Gamer, a nossa parceria e o auxílio na divulgação desse material tão bom continuará por longo tempo.


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